Os Cooper são o máximo

Um filme de Natal diferente, agri doce, diferente do que estamos à espera nesta altura do ano e neste tipo de filme.

Há quem tenha criticado Diane Keaton pela sua exuberância. Pessoalmente, gostei muito da forma de ela estar no filme. Sim, é exuberante mas qual seria a mulher capaz de ser cool naquele momento. Ok, talvez a Sigourney Weaver, mas talvez não fosse a indicada para este tipo de filme.

Depois temos o angustiado Goodman que está fenomenal, autêntico. O seu papel de avô é maravilhoso e assentou-lhe que nem uma luva.

Mas o meu oscar vai para Alan Arkin. Há homens que não envelhecem e parecem parar no tempo e no espaço. A voz, a expressividade… Foi maravilhoso.

No fundo, é um filme de angustiados perfecionistas como todos somos, especialmente no natal em que queremos tudo perfeito. Rimos a medo e aos poucos somos um bocadinho de cada um dos Coopers, ou, se calhar, sou só eu?

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