O Pai

Marido e Pai, nascido no ano da revolução, que tem a fama (e o proveito) de nunca ter recusado um café. 

“Artista” nos tempos livres ocupa-se nestas alturas por todo o tipo de artes: idas ao cinema, teatro, concertos ou espetáculos; rádio sintonizada na M80 ou 105.4; desenho e pintura (deixei a minha fase de “garatujo” há pouco tempo e ocupo-me de momento com Mandala, excepto quando visito um museu); letras e literatura (Edgar Allan Poe, Lovecraft, Doyle, Bernard Cornwell. Inglês Lorena…) … Não vejo televisão. Em vez disso descobri com a minha resolução de ano novo (1000km/2017) que existem mil e uma possibilidades, locais e razões para praticar algum tipo de atividade física.

Tal como qualquer comum mortal que já tenha chegado à “idade” de “pai”, n”odiadaliberdade” a atenção passa por assuntos como: 

# Brincar? Depois de um dia de trabalho ainda temos milhares de coisas por fazer; 

# Os miúdos não param de pular e trepar pelas paredes; 

# Quando é que os pais têm tempo para namorar?; 

# Já chegamos? Ainda falta muito?

Membro de uma família numerosa tenho a “sorte” de ter passado por uma ou outra experiência mais do que uma vez (!!!)  e, apesar de saber que não existem mezinhas nem soluções para “todos os tamanhos” partilho o que aprendi com os meus pequenos. 

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