O Guarda-Costas e o Assassino

Esta semana foi o meu aniversário, e então decidi festejar. Por isso, se alguém estranhou ver um grupo de vinte pessoas (se calhar é preferível chamar adolescentes, que são animais menos racionais que os humanos em geral) a entrar numa sala de cinema, pode considerar o assunto como explicado.

O filme escolhido foi O Guarda Costas e o Assassino – em inglês The Hitman’s Bodyguard – e como sei que há pessoas a querer ver um filme neste final de férias de verão, posso começar por dizer que eu aconselho totalmente este filme (mas apenas para as pessoas que sentem que têm sentido de humor).

Um dos melhores guarda-costas do mundo é chamado para uma missão: proteger um dos maiores assassinos da história. Até aqui é normal, mas estes já tinham tido as suas desavenças, isto é, penso ser essa a palavra correta para quem já sofreu mais de vinte tentativas de assassínio pela mesma pessoa. Mas não há nada a fazer, e assim se forma uma estranha mas harmoniosa equipa, que tem como missão derrotar um ditador assassino.

O filme em si é bastante bom, apesar de várias cenas de violência mas sobretudo diversão, que se sobrepõe a ela após ou antes desse momento de clímax, de uma maneira espetacular. Além disso, o elenco escolhido também é muito bom. Temos lá o nosso querido Joaquim de Almeida num dos papéis principais que é executado com grande perícia; mas tenho sobretudo de focar na dupla Ryan Reynolds e Samuel L. Jackson, que neste filme se apresentou como perfeita.

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Deixo-vos aqui o trailer para se divertirem:

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