Inferno – Opinião

Na semana em que recebemos Dan Brown numa sessão especial no grande auditório do CCB, organizado pela Bertrand. Não falarei muito de Dan Brown, à exceção que é um orador nato e que mobilizou o auditório de forma maravilhosa. O adolescente, que já leu Origem, falará sobre isso na quinta feira.

Robert Langdon é encantador. Há um misto de sério e mistério conjugado com uma certa inocência e enorma sabedoria. Em Inferno, temos novamente um Langdon sábio mas, desta vez, completamente desorientado. Há uma imensa acção durante toda esta obra que prende o leitor do início ao fim. Dei por mim a sair do comboio e a ler durante todo o caminho do trabalho.

O livro começa com Langdon no hospital depois de sobreviver a uma tentativa de assassinato e sem se lembrar de nada do que se passou. Toda a trama que seguimos a partir desse momento toma um ritmo alucinante em que percorremos pistas que nos parecem uma coisa mas que noutro momento já nos destabilizaram.

Gosto particularmente das descrições sobre os edifícios e as suas particularidades, neste caso, em Florença, Veneza ou Istambul. Sempre que leio um livro de Dan Brown apetece-me ir passear e fazer um tour só para ter a certeza que o que ele observou é verdade!

A história dá várias voltas e nunca conseguimos ter realmente a certeza sobre quem é de confiança nem o que se passa com Robert Langdon, os seus inimigos ou os seus aliados. A ameaça de uma peste negra de regresso a uma europa, a um mundo super-populacionado é o mote para esta aventura.

No meio de tudo isto, há questões pertinentes que são colocadas sobre como podemos gerir a questão de haver demasiada população no mundo e como isso pode levar este planeta à destruição. Claro que a forma de Zobrist resolver o problema é definitivamente a incorreta mas refletir sobre o futuro do planeta mesmo que através da escrita de Langdon é definitivamente importante.

Sou suspeita pois sou fã de Dan Brown. Inferno tem um ritmo alucinante (embora Dan Brown tenha prometido um ritmo mais alucinante em Origem), coloca questões pertinentes e tem um final surpreendente. É, sem dúvida, um livro que nos obriga a não dormir para poder ler mais umas páginas.

Boas leituras!

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