Corona ou não Corona, eis a questão

Corona

Ligamos o rádio ou a televisão e o Corona Vírus entra pela casa dentro. Invariavelmente, gera medo, quer queiramos quer não.

As crianças questionam o que irá acontecer e as nossas decisões acabam por ficar afectadas por este medo. Racionalmente sabemos que é uma gripe, que alastra rapidamente e é particularmente nefasta para as camadas mais velhas.

Viagens, saídas para locais com muitas pessoas começam a ser repensadas. O mais velho já viu a viagem de estudo ser cancelada (e ainda bem, porque apesar de toda a racionalização, o medo ganha).

Ainda não fui comprar as benditas máscaras nem o gel desinfectante. No entanto, a lavagem de mãos nesta casa é bem mais rigorosa… Comprei alguns bens alimentares a mais (não muito pois não tenho um bunker) só para o caso de termos de ficar alguns dias sem ir à rua.

Na generalidade, não mudei muito em relação ao que fazíamos antes. Custa-me este mediatismo todo, os números em direto, como se a doença e a morte fosse um espetáculo.

Se pode ser um abre-olhos? As emissões de dióxido de carbono diminuíram na China. Parece interessante! Os países estão a repensar os seus serviços para surtos de pandemia, o que me parece positivo.

No meio disto tudo, há que pensar que tudo irá correr pelo melhor e que daqui a seis meses já passou. Proteger os mais velhos, proteger os mais novos e não entrar em pânico.

O ideal é irem consultando os dados do SNS e, em caso de dúvida, abastecer a casa com whisky e mel. Segundo consta, já há quem se tenha curado assim e isto parece-me muito português, não acham? Será que se pode trocar o whisky pela aguardente?

As conversas, cá por casa, têm sido no sentido de perceber o que é isto do Corona Vírus e, acima de tudo, desmistificar as notícias falsas que andam por aí. Homens que comem morcegos vivos e apanham o vírus, homens decapitados na Coreia do Norte para controlar a infecção, entre outras notícias estranhas que eles ouvem na escola ou lêem no telemóvel. As fake news talvez sejam a maior ameaça!

Como estão a lidar com este assunto, aí por casa?

Qual a vossa opinião?

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